Novos detalhes divulgados pela Polícia Militar de Barras indicam que a tentativa de agressão contra a vereadora Jovelina Furtado (PSD), ocorrida recentemente na Secretaria Municipal de Educação, foi o ápice de uma série de crises de saúde mental enfrentadas por uma jovem de 22 anos, identificada pelas iniciais L. B. da S. Segundo o Comandante Wilton, a agressora já havia solicitado atendimento policial em duas ocasiões anteriores, alegando fatos que se provaram inexistentes, como cárcere privado e um estupro.
No incidente mais recente, a jovem sacou uma faca e uma tesoura de sua bolsa durante uma conversa com a parlamentar. Ela foi contida por populares até a chegada da PM. Embora não tenha sido atingida fisicamente, a vereadora precisou de atendimento médico hospitalar devido a um pico de pressão arterial decorrente do estresse. Na delegacia, confirmou-se que a jovem já realiza tratamento especializado pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).
Em nota oficial, a vereadora Jovelina Furtado informou que não pretende levar o caso adiante na esfera judicial, compreendendo o episódio como um surto psicótico. A parlamentar optou por não representar criminalmente contra a jovem, enfatizando a necessidade de uma abordagem de responsabilidade social.
Solicito à família que busque providências, especialmente no sentido de garantir o acompanhamento e tratamento adequado", afirmou a vereadora.
O caso foi registrado como um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e serve como alerta para o fortalecimento da rede de apoio em saúde mental no município.
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