A comunidade acadêmica de Porto Velho (RO) foi abalada pelo assassinato da professora Juliana Santiago, de 41 anos, ocorrido na última sexta-feira (6). Santiago, que atuava como docente de Direito Penal no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) e ocupava o cargo de escrivã da Polícia Civil de Rondônia, foi atacada com golpes de faca dentro das dependências da Faculdade Metropolitana. O suspeito do crime foi identificado como João Júnior, aluno do curso de Direito da própria instituição.
A tragédia gerou uma onda de manifestações de pesar e repúdio. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a seccional de Rondônia manifestaram profundo pesar, destacando a trajetória profissional de Juliana. O Ministério Público de Rondônia garantiu que atuará de forma incisiva na apuração do crime, enquanto o Centro Universitário Aparício Carvalho decretou três dias de luto acadêmico em homenagem à docente, reafirmando total colaboração com as autoridades competentes.
Nas redes sociais, alunos descreveram Juliana como uma profissional inspiradora e carinhosa. Em notas oficiais, autoridades locais cobraram investigações rigorosas sobre a motivação do ataque e as condições de segurança em ambientes educacionais. A Polícia Civil informou que o inquérito já está em andamento para esclarecer todos os detalhes da ocorrência que resultou na perda da servidora pública e acadêmica.
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