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Teresina registra 1º caso suspeito de intoxicação por metanol após consumo de uísque

Outros dois casos suspeitos foram registrados em Parnaíba após consumo de gin; a Polícia Civil investiga a origem da substância tóxica.

 imagem: reprodução

Teresina registrou o primeiro caso suspeito de intoxicação por metanol, conforme balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (6). O paciente, um homem de 51 anos, deu entrada em um hospital particular em 2 de outubro.

Segundo a Fundação Municipal de Saúde (FMS), o paciente consumiu uísque recém-comprado e, no dia seguinte, começou a apresentar sintomas compatíveis com intoxicação, incluindo problemas nos rins.

Após alguns dias, ele procurou atendimento médico. A equipe de saúde responsável informou que o paciente passou por sessões de hemodiálise e apresentou boa resposta ao tratamento", afirmou a FMS em nota. A hemodiálise é um tratamento vital em casos de intoxicação por metanol, pois ajuda a remover rapidamente a substância tóxica do organismo.

A FMS aguarda agora os resultados dos exames feitos pelo Laboratório Central de Saúde (Lacen) para confirmar o diagnóstico.

imagem: reprodução

 

TERCEIRO CASO NO PIAUÍ
Este é o terceiro caso suspeito de intoxicação por metanol registrado no Piauí. Os dois primeiros pacientes foram atendidos no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (Heda), em Parnaíba, e já receberam alta.

O primeiro caso no estado foi de um jovem de 28 anos, que apresentou dores abdominais, visão turva e vômitos após ingerir gin. Ele foi medicado e liberado após receber alta no sábado (4).

A Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi) informou que os três casos estão sendo investigados pela Polícia Civil, com apoio das autoridades de saúde, para apurar a origem da bebida adulterada.

No Brasil, o Ministério da Saúde aponta 17 casos confirmados de intoxicação por metanol e duas mortes, ambas em São Paulo.


imagem: reprodução

 

COMO DENUNCIAR E COMUNICAR CASOS
As autoridades de saúde orientam a população sobre os canais de comunicação:

Denúncia de venda de bebidas adulteradas: Deve ser feita à Delegacia Especializada de Crimes contra a Ordem Tributária, Econômica e as Relações de Consumo (Deccoterc) e ao Programa Estadual de Defesa do Consumidor (Procon).

Comunicação de casos suspeitos de intoxicação: Deve ser feita ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Teresina (e-mail cievsteresina@gmail.com) e ao Centro de Informações Toxicológicas (Citox): 0800 280 3661 ou (86) 98178-8257.

Por: G1 Piauí

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