A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) foi realizada neste domingo (5/10) em 228 cidades de todo o país, com a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, celebrando o "sucesso" da aplicação das provas e destacando a menor abstenção registrada.
Em entrevista coletiva após o certame, que ofereceu 3.652 vagas permanentes em 32 órgãos federais, a ministra afirmou que a população enxerga o CPNU como uma "política pública inclusiva que está transformando a cara do serviço público".
imagem: Marcelo Camargo/Agencia Brasil
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MENOR ABSTENÇÃO E MAIOR DIVERSIDADE
A confiança na política pública e o rápido chamamento dos aprovados na primeira edição do concurso (quase 80% já nomeados) contribuíram para a queda da abstenção:
Abstenção: Caiu para 42,8%, uma redução significativa em comparação aos 54% da primeira edição do CPNU.
Participação Feminina: Aumentou de 57% para 60% do total de inscritos nesta segunda edição.
Cotas: O percentual de inscritos para as vagas reservadas às cotas (pessoas negras, indígenas, PCDs e quilombolas) subiu de 21,5% para 33,1%, refletindo, segundo a ministra, a crença de que mais pessoas podem fazer parte do serviço público.
imagem: reprodução/instagram

SEGURANÇA INTEGRADA E LOGÍSTICA
A aplicação das provas mobilizou cerca de 85 mil profissionais em todo o Brasil e contou com uma complexa operação integrada de segurança.
Comando Central: A ministra Esther Dweck visitou o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICN), em Brasília, para agradecer às equipes. A operação contou com a presença de dois representantes das forças de segurança de cada estado e do DF.
Efetivo: Mais de 11 mil agentes de segurança atuaram em todo o país, incluindo a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional, Abin e forças estaduais.
Logística: A operação, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), envolveu um intenso trabalho de logística, que incluiu a entrega e a devolução das provas para correção, uma "operação altamente complexa e que não pode ter erro", nas palavras do diretor da Senasp, Rodney da Silva.
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